"O grupo africano não vai permitir que o Protocolo de Kyoto seja enterrado no solo da África". Foi com esta frase que o representante dos países africanos arrancou aplausos dos presentes na plenária da COP17, nesta manhã (29), aqui em Durban, durante o Grupo de Trabalho Ad Hoc sobre Compromissos Adicionais para Partes do Anexo I do Protocolo de Kyoto.
A sessão começou com a representante da Argentina falando em nome do G77 - 132 países acrescido da China - e reassumindo a posição do grupo pela defesa do 2º período do Protocolo de Kyoto. Além disso, cobrou o compromisso por parte dos países desenvolvidos neste mesmo sentido. "As promessas que estão sobre a mesa são insuficientes perto do que a ciência recomenda", disse. Afirmou ainda que o Protocolo é instrumento essencial para manter e aumentar os níveis de ambição para os compromissos de redução de emissões dos países desenvolvidos.

A partir das 9h, acontece em frente ao Palácio do Planalto ato organizado pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável para a entrega de assinaturas contra alterações do Código Florestal para a presidente Dilma Roussef.












